Anima e Animus

22º segredo da prosperidade
Poder pessoal
Está mais do que evidente que prosperidade tem a ver com a capacidade de expressar poder pessoal. É uma característica de todos os líderes.
Ter poder é poder expressar o máximo possível a própria essência. Em todas as áreas da vida. A questão que aparece aqui é que para ter poder pessoal é preciso ter equilíbrio em sua energia. Um próton sozinho não tem campo, um elétron sozinho não tem campo, mas unidos tem um campo eletromagnético. Esse campo é que atrai a realidade.
Onde entra o ser humano nisso? Jung descreveu largamente a importância dos Arquétipos Anima e Animus. Anima é o aspecto feminino que precisa ser incorporado pelos homens e Animus o aspecto masculino que precisa ser incorporado pelas mulheres. Assim teremos equilíbrio entre Yin e Yang.
O poder advém deste equilíbrio. Torna-se uma pessoa centrada e equilibrada. Neste ponto a força pessoal pode ser canalizada para realizações. As questões profundas do inconsciente estão sendo integradas com sucesso e o poder desta pessoa é cada vez maior. O colapso da função de onda está totalmente ligado nesta questão Anima/Animus. Para colapsar é preciso que a pessoa não tenha dúvidas, que acredite 100%, que esteja equilibrada, centrada em todos os sentidos, etc. Esta é a razão do porque o poder pessoal é expressado em níveis tão diferentes. Uns tem muito e outros pouco. O que faz uma pessoa ter grande poder pessoal? É o equilíbrio entre Anima e Animus dentro de si.
Deixar esses Arquétipos se expressarem e integrarem a nossa personalidade é fundamental. Isso é uma decisão pessoal. Assim que a pessoa decide que quer integra-los em si mesmo isso começa a acontecer. Nesse ponto não deve haver resistência. Um homem começará a ter insights femininos, percepções femininas, sentimentos femininos e deve aceita-los como parte de si mesmo. É o Arquétipo sendo incorporado e equilibrando o ser. Da mesma forma uma mulher terá sentimentos e percepções masculinas. Também deve deixar o equilíbrio acontecer. Desta forma os homens deixarão de serem tão Yang e verão os dois lados da questão. No gerenciamento de uma empresa isso é extremamente importante. Analisar claramente todas as variáveis é imprescindível. Sendo assim ele terá a visão masculina e feminina da realidade. Estará unificado.
Nunca esquecer que a Realidade Última está além dos opostos, isto é, Ela contém em Si mesma o masculino e o feminino. E expressa-se das duas formas. Quando há uma união Yin e Yang é literalmente a Realidade Última expressando-se de forma Una. E não há Poder maior do que a Realidade Última.

Hélio Couto

Loucura

Einstein dizia: uma boa definição de loucura é fazer sempre o mesmo e esperar resultados diferentes.

Em termos de PNL diriam: os mesmos pensamentos geram os mesmos resultados.

Parece o óbvio, mas não é o que a maioria faz. Somente quem tem convicção tem sucesso. Essa convicção é o que falo sobre acreditar 100% no que se pensa e sente. Sem isso nada é manifestado em nossa realidade tridimensional. E como leva um tempo para que isso apareça na nossa realidade, quem não tem convicção oscila e surge a dúvida. Nesse ponto tudo volta à estaca zero. E a pessoa pensa que tem algo errado no mundo e não desconfia que ela é que está fazendo errado. Por isso somente os fortes vencem. Porque é preciso nervos de aço para continuar no caminho enquanto todos criticam. Isso é para poucos.

Como disse Mandela: o ser humano tem medo da própria grandeza.

Por: Hélio Couto

O Silêncio dos Lobos

Pense em alguém poderoso.
Essa pessoa briga e grita como uma galinha ou olha em calmo silêncio, como um lobo?

Os lobos não gritam.

Eles têm uma aura de força e poder. Observam em silêncio.

Somente os poderosos, sejam lobos, homens ou mulheres, respondem a um ataque verbal com o silêncio.

Além disso, quem evita dizer tudo o que tem vontade, raramente se arrepende por magoar alguém com palavras ásperas e impensadas.

Exatamente por isso, o primeiro e mais óbvio sinal de poder sobre si mesmo é o silêncio em momentos críticos.

Se você está em silêncio, olhando para o problema, mostra que está pensando, sem tempo para debates fúteis.

Se for uma discussão que já deixou o terreno da razão, quem silencia e continua a trabalhar mostra que já venceu, mesmo quando o outro lado insiste em gritar a sua derrota.

Olhe… sorria… silencie… vá em frente.

Lembre-se de que há momentos de falar e há momentos de silenciar.

Escolha qual desses momentos é o correto, mesmo que tenha que se esforçar para isso.

Por alguma razão, provavelmente cultural, somos treinados para a (falsa) ideia de que somos obrigados a responder a todas as perguntas e reagir a todos os ataques.

Não é verdade. Você responde somente ao que quer responder e reage somente ao que quer reagir.

Você nem mesmo é obrigado a atender seu telefone pessoal.

Falar é uma escolha, não uma exigência, por mais que assim o pareça.

Você pode escolher o silêncio.

Além disso, você não terá que se arrepender por coisas ditas em momentos impensados, como defendeu Xenócrates, mais de trezentos anos antes de Cristo, ao afirmar:

“Arrependo-me de coisas que disse, mas jamais de meu silêncio.”

Responda com o silêncio, quando for necessário.

Use sorrisos, não sorrisos sarcásticos, mas reais, use o olhar, use um abraço ou use qualquer outra coisa para não ter que responder em alguns momentos.

Você verá que o silêncio pode ser a mais poderosa das respostas.

E, no momento certo, a mais compreensiva e real delas.

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Escrito por Aldo Novak